DANÇA: A NOSSA BAGAGEM

Uma das poucas coisas da qual me lembro de quando tinha meus 2 anos de idade é a vontade de querer ser “baiaíno”. Mal sabia falar, mas já tinha definido o que queria por toda minha vida. Era um sonho de criança, até então normal. Aliás, nada normal para um MENINO querer ser bailarino. Não na minha família.

Agosto de 1997, sexta-feira, dia 16, 10 anos de idade, duas horas da tarde. Minha primeira aula de ballet. Quando entrei na sala, os alunos estavam sentados no chão fazendo algumas coisas estranhas que, a meu ver, aquilo não era aula de ballet. Fiquei estagnado na porta por alguns segundos, até que a professora, com um grande sorriso no rosto, me conduziu até um espaço vazio para que eu pudesse me alongar também. Acenei para aquela que, no futuro, seria a minha mãe adotiva com brilho nos olhos tendo a certeza de que era aquilo que queria para minha vida inteira.

Entre tantos problemas familiares, com 14 anos decidi parar de dançar. Acredito, hoje, que tenha sido a decisão mais errada que já tive. Porém, na época fazia todo sentido. Com 19 anos, retornei à dança!

Dois anos mais tarde, passei no vestibular para Dança na Universidade Federal de Viçosa. Lá, aprendi que dançar não se resume apenas a juntar passos em uma música qualquer. Dança vai além! E vamos descobrir juntos estes vários aléns neste nosso espaço.

Ricardo_UFV

Hoje, com 29 anos, tenho certeza que não quero largar nunca mais aquilo que me faz tão bem!

E assim surgiu o “Bolsa de Bailarinos“, pois em nossas bolsas carregamos muito mais que sapatilhas, roupas, maquiagens.
Nossas bolsas são sempre cheias de ensaios, suor, dedicação e amor à Dança!

Sinta-se à vontade para me acompanhar!
Seja bem-vindo(a). E se gostar, volte sempre! =)








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